Na coluna de hoje, tentando diminuir o efeito da surra
que a lava jato tomou de Lula e do ridículo a que se expôs, com um
interrogatório extraído de ilações da mídia corporativa e do espantosamente
circense power point do Dallagnol, a colunista afirma que "sua (a de Lula)
popularidade é grande, mas menor do que já foi..."
A coluna inteira é um monte de bobagens sem fundamentos, e
serve apenas como correia de transmissão do pensamento (ou desejo) de seus
patrões. Mas essa afirmativa sobre a popularidade de Lula é tão "solta no
ar", sem maiores preocupações contextuais, que a reprovaria em qualquer
teste sobre ciência política e torna menor ainda sua importância (já tão
comprometida) para o jornalismo brasileiro.
Se formos aos números das recentes pesquisas que apontam
a tendência de voto do eleitorado brasileiro nas próximas eleições
presidenciais (se houver eleições, se não formos surpreendidos com um golpe
dentro do golpe), veremos que a intenção de voto no pré-candidato Lula gira em
torno de 40%.
Ora, é um número fantástico, se formos considerar a
intensa campanha negativa contra o ex-presidente, perpetrada pelos principais
veículos de comunicação (?) brasileiros, capitaneados pela rede Gloebbels.
Apesar dessa tentativa infame, diuturna, de destruir a imagem de Lula, a
intenção de votos no "jararaca" cresce a cada dia e a cada golpe
desferido contra ele.
Mirian, avise a seus patrões (para não ser cobrada
depois), que 40% de intenção de votos em tais circunstâncias é muito mais
representativa, significa mais do que a aprovação que Luiz Inacio tinha quando
findou seu segundo mandato e surfava a onda do exuberante crescimento
brasileiro. Após o depoimento de ontem, então... É só aguardar as próximas
pesquisas.
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